Mudança de Religião, Busca de lucro ou conversão real?
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Após firmarmos um compromisso com Jesus e compreendermos o plano da salvação, é vital avaliarmos nossa caminhada diariamente. As lutas cotidianas podem nos afastar do ponto central, levando-nos à estagnação espiritual. Para evitar o caminho errado, devemos identificar em qual dos três perfis comuns nas igrejas nos enquadramos.
1. Os que apenas “Trocam de Religião”
Este grupo é composto por pessoas que buscam soluções paliativas para problemas terrenos, como saúde, finanças ou relacionamentos. O apóstolo Paulo alertou que viria um tempo em que muitos não suportariam a sã doutrina, buscando mestres que lhes dissessem apenas o que desejam ouvir.
-Busca por conveniência: Essas pessoas não querem um compromisso real com o Criador, mas sim uma “solução mágica” sem responsabilidades, comparável a um relacionamento superficial que evita o compromisso do casamento.
-O exemplo dos dez leprosos: Jesus curou dez homens, mas apenas um voltou para glorificar a Deus. Os outros nove buscavam apenas o benefício imediato e, uma vez curados, seguiram suas vidas sem reconhecer a oferta da vida eterna.
-O pão que perece: Muitas multidões seguiam Jesus apenas pela satisfação física, como na multiplicação dos pães, ignorando os sinais que confirmavam Sua messianidade.
-A aprovação pessoal: O jovem rico, embora cumpridor de mandamentos, buscava apenas admiração e não estava disposto a renunciar aos seus bens terrenos para seguir a Cristo.
-A postergação do chamado: Há quem deseje seguir a Deus apenas na velhice, após desfrutar dos prazeres do mundo, esquecendo-se de que o juízo pode vir a qualquer momento.
2. Os que buscam Lucro com o Evangelho
Existem aqueles que veem na fé uma fonte de rendimento financeiro. Esse comportamento manifesta-se tanto em comerciantes que utilizam a linguagem cristã para atrair clientes, quanto em instituições que distorcem o Evangelho para extorquir bens dos fiéis.
-Falsos obreiros: A Bíblia descreve esses indivíduos como “obreiros fraudulentos” que se disfarçam de ministros da justiça, mas que possuem a consciência cauterizada e pregam doutrinas enganosas.
3. Os que Realmente se Converteram
A verdadeira conversão implica uma mudança radical de direção. Quando o entendimento é renovado por Deus, o indivíduo passa a rejeitar práticas que ferem os preceitos divinos.
-O Culto Racional: Em Romanos 12:1-2, o apóstolo Paulo exorta os fiéis a não se conformarem com este mundo, mas a transformarem-se pela renovação da mente para experimentar a vontade de Deus.
-Prática Espiritual: A conversão exige a busca ativa por Deus através da oração, do jejum e da frequência à igreja, onde a Palavra é ministrada com fidelidade.
-Prontidão e Renúncia: Assim como Pedro e André deixaram imediatamente suas redes para seguir Jesus, o convertido entende quem é Cristo e prioriza a vontade do Mestre acima de qualquer custo pessoal.
Conclusão:
Não adianta mudarmos de religião ou de Igreja, sem uma mudança genuina de fé e carater, caso contrário estaremos enganando a nós mesmos e nada ira mudar em nossas vidas.
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