Moisés ou Jesus, quem irá te julgar?

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Esboço de Pregação: O Tribunal da Graça vs. O Tribunal da Lei

Texto Base: Apocalipse 20:12 e João 5:45
Introdução
O Grande Dilema Humano: Todos compareceremos diante de Deus. A questão não é se seremos julgados, mas por qual critério seremos medidos.
A Visão de João: A abertura de dois tipos de registros: “Os Livros” e o “Livro da Vida”.

I. O Perigo de Confiar nos “Livros” (O Julgamento pelas Obras)
O Registro Infalível: Nos “livros” estão documentados todos os atos, pecados e condutas humanas.
A Insuficiência da Moralidade: Se buscarmos a salvação por nossas obras, seremos julgados pela Lei. Se falharmos em apenas um dos 613 mandamentos, tornamo-nos culpados de todos.
O Papel de Moisés: Para quem escolhe a Lei, Moisés torna-se o acusador. Jesus afirmou que não julgaria esses, pois a própria Lei que eles tentam cumprir os condenará.

II. O Refúgio no “Livro da Vida” (A Justificação pela Graça)
A Lista da Redenção: Este livro não contém méritos, mas nomes daqueles que aceitaram o sacrifício de Jesus e permitiram uma mudança de caráter.
O Fim da Condenação: Aqueles que estão no Livro da Vida não são mais julgados por seus atos para fins de salvação, pois entendem que apenas o sangue de Cristo pode pagar a dívida que era impagável.
O Poder do Evangelho: A salvação não vem pelo esforço, mas pelo crer no poder de Deus manifestado em Cristo.

III. A Decisão: Trapo de Imundícia ou Justiça de Cristo?
A Realidade Humana: Sem Jesus, todas as nossas melhores obras são comparadas a “trapos de imundícia” diante da santidade divina.
O Convite à Escolha: Ouvir o Evangelho exige uma decisão: continuar tentando se salvar sozinho ou render-se à Graça.
A Substituição: A lei serve apenas como um “aio” (tutor) para nos mostrar que precisamos desesperadamente de um Salvador.

Conclusão e Apelo
O Veredito Antecipado: Você não precisa esperar o fim da vida para saber seu destino. Se você confia em Jesus, seu nome já está no Livro da Vida.
Apelo: Renuncie hoje à autossuficiência religiosa e aceite a justificação que só existe na pessoa de Jesus Cristo.

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